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	<title>Arquivos efeito estufa - Carbono Zero</title>
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	<title>Arquivos efeito estufa - Carbono Zero</title>
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		<title>A ameaça dos plásticos aos oceanos </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação Carbono Zero]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 19:25:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Escrito por Jennifer Andrade &#8211; Gestora de Descarbonização e Sustentabilidade&#160; Desde o início da produção de materiais plásticos nos anos 1950, sua presença no meio ambiente aumentou exponencialmente e, com isso, a ameaça dos plásticos aos oceanos também.&#160; Anualmente, a produção mundial de materiais plásticos é de aproximadamente 400 milhões de toneladas por ano. Estima-se&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/a-ameaca-dos-plasticos-aos-oceanos/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">A ameaça dos plásticos aos oceanos </span></a></p>
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<p class="has-small-font-size">Escrito por Jennifer Andrade &#8211; Gestora de Descarbonização e Sustentabilidade&nbsp;</p>



<p>Desde o início da produção de materiais plásticos nos anos 1950, sua presença no meio ambiente aumentou exponencialmente e, com isso, a ameaça dos plásticos aos oceanos também.&nbsp;</p>



<p><strong>Anualmente, a produção mundial de materiais plásticos é de aproximadamente 400 milhões de toneladas por ano.</strong></p>



<p>Estima-se que 10% dos plásticos descartados acabem nos oceanos, onde constituem de 60 a 80% do lixo marinho total.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;As principais vias de transporte desse material residual para os oceanos, têm sido os ambientes de água doce e terrestre.&nbsp;</p>



<p>Esse lixo plástico representa uma grave ameaça à fauna aquática, prejudicando os ecossistemas marinhos de diversas formas, como a ingestão acidental, o transporte de espécies invasoras e a anoxia do bentos (espécies que vivem associadas ao sedimento ou substrato vegetal ou animal).&nbsp;</p>



<p>A ingestão de plásticos pode obstruir o trato digestivo dos animais marinhos, reduzir suas taxas de alimentação e esgotar suas fontes de energia, além de causar ferimentos físicos e estresse fisiológico.&nbsp;</p>



<p>Espécies como zooplâncton, peixes, aves, mamíferos e répteis são comumente afetadas, confundindo o plástico com alimento ou ingerindo presas contaminadas.&nbsp;</p>



<p>À medida que esses plásticos se fragmentam, tornam-se microplásticos (MPs), que podem ser bioacumulados na cadeia alimentar e chegar até os seres humanos. </p>



<p>Essa realidade demanda ações urgentes para minimizar o impacto e a ameaça dos plásticos aos oceanos  e proteger a biodiversidade marinha. </p>



<p>Reduzir a produção, melhorar a <a href="https://carbonozero.eco/a-importancia-da-reciclagem/">gestão de resíduos</a> e incentivar o uso de materiais sustentáveis, são passos fundamentais para enfrentar essa crise ambiental. </p>



<p><strong>Junte-se a nós na luta contra a poluição plástica! Adote práticas sustentáveis hoje e ajude a preservar nossos oceanos para as futuras gerações.</strong>&nbsp;</p>
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		<title>Por que as Finanças Verdes são tão importantes para a sociedade e para o planeta Terra?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação Carbono Zero]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 18:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escrito por: Larissa Silvestre A crescente urgência da crise climática tem impulsionado governos, empresas e organizações a investirem em projetos que visam minimizar os impactos das mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, fortalecer a resiliência de comunidades e ecossistemas. Contudo, o desafio persiste: como financiar essas iniciativas? É aqui que entram as finanças verdes. Vamos&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/por-que-as-financas-verdes-sao-tao-importantes-para-a-sociedade-e-para-o-planeta-terra/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Por que as Finanças Verdes são tão importantes para a sociedade e para o planeta Terra?</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-small-font-size"><strong>Escrito por: Larissa Silvestre</strong><br></p>



<p>A crescente urgência da crise climática tem impulsionado governos, empresas e organizações a investirem em projetos que visam minimizar os impactos das mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, fortalecer a resiliência de comunidades e ecossistemas. Contudo, o desafio persiste: como financiar essas iniciativas? É aqui que entram as finanças verdes. Vamos entender o por que as Finanças Verdes são tão importantes para a sociedade e para o planeta Terra.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>O que são finanças verdes?</strong></h2>



<p>As finanças verdes referem-se ao financiamento de iniciativas e projetos que promovam o desenvolvimento sustentável, a conservação do meio ambiente e a mitigação e adaptação às mudanças climáticas.&nbsp;</p>



<p>O termo abrange diversos tipos de instrumentos financeiros, como títulos verdes ou “green bonds”, em inglês, fundos de Investimentos sustentáveis e empréstimos verdes, que canalizam recursos para projetos alinhados a metas ambientais.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>Fontes de Financiamento para Adaptação Climática</strong></h2>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>1. Títulos Verdes (Green Bonds)</strong></h2>



<p>Títulos verdes são instrumentos de dívida emitidos por empresas, governos ou organizações para captar recursos destinados a projetos ambientais.&nbsp;</p>



<p>Esses títulos têm sido uma das principais formas de financiar grandes projetos de infraestrutura climática, como a construção de sistemas de esgoto resistentes a inundações ou o reflorestamento de áreas degradadas.&nbsp;</p>



<p><strong>O mercado de títulos verdes cresceu exponencialmente nos últimos anos, com uma emissão global de mais de US$200 bilhões em 2020.</strong></p>



<p><strong>O Brasil foi um dos primeiros países da América Latina a emitir títulos verdes.&nbsp;</strong></p>



<p>Em 2020, a Caixa Econômica Federal emitiu R$1 bilhão em títulos verdes, com parte dos recursos destinados a projetos de sustentabilidade na Amazônia.</p>



<p>Em 2021, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou sua primeira emissão de títulos verdes, no valor de R$1,5 bilhão, focando em projetos que visam a recuperação florestal e a proteção da biodiversidade.</p>



<p>A emissão de títulos verdes continuou a crescer globalmente em 2022 e 2023, apesar de algumas oscilações no mercado financeiro.</p>



<p>Em 2022, houve uma emissão global de US$487,1 bilhões em títulos verdes, representando uma queda de 16% em relação a 2021, quando foram emitidos US$582,4 bilhões.&nbsp;</p>



<p>No entanto, essa contração refletiu principalmente o impacto da inflação e da volatilidade dos mercados de renda fixa, mas os títulos verdes ainda permaneceram dominantes no setor de finanças sustentáveis, representando <a href="https://www.climatebonds.net/resources/press-releases/2023/04/t%C3%ADtulos-verdes-e-outros-t%C3%ADtulos-rotulados-combateram-infla%C3%A7%C3%A3o-para">58% do mercado de títulos temáticos</a> (verdes, sociais, sustentáveis e de transição) no mundo.<a href="https://www.climatebonds.net/resources/press-releases/2023/04/t%C3%ADtulos-verdes-e-outros-t%C3%ADtulos-rotulados-combateram-infla%C3%A7%C3%A3o-para"> </a></p>



<p>Na América Latina e Caribe, o mercado de títulos verdes, sociais e de sustentabilidade registrou um crescimento significativo, atingindo US$ 126,8 bilhões em 2022, com o Brasil representando o maior mercado da região, <a href="https://www.climatebonds.net/resources/press-releases/2023/11/emiss%C3%A3o-de-t%C3%ADtulos-verdes-sociais-e-de-sustentabilidade-aumenta-160">totalizando US$ 15,2 bilhões, em 86 operações. </a></p>



<p><strong>Em 2023, o Brasil avançou ainda mais no mercado de títulos sustentáveis, emitindo seu primeiro título soberano verde, o que reforça seu compromisso com o financiamento de projetos sustentáveis e de baixa emissão de carbono.</strong></p>



<p>“Na última semana, o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird) anunciou a emissão de títulos verdes, no valor de US$225 milhões, equivalente a aproximadamente R$1,2 bilhão. Esta iniciativa visa direcionar investimentos para o reflorestamento de áreas desmatadas na Amazônia, utilizando um modelo de título de impacto conhecido como <em>outcome bond</em>, que financia projetos com resultados socioambientais mensuráveis. Este anúncio representa a maior emissão desse tipo já realizada pelo Bird. Dos US$225 milhões captados, cerca de 16% serão investidos diretamente nas ações de reflorestamento. O restante dos recursos será destinado ao pagamento dos juros aos investidores, até que as árvores plantadas atinjam o potencial necessário para gerar novos recursos financeiros no mercado de carbono.” <a href="https://boanoticiabrasil.com.br/2024/08/19/investidores-apostam-em-titulos-verdes-para-reflorestamento-da-amazonia/">Artigo do Canal Boa Notícia.</a></p>



<p></p>



<p>O Brasil tem avançado na emissão de títulos verdes para financiar projetos na Amazônia, uma ação que reforça diretamente a Meta 19 do Marco Global da Biodiversidade de Kunming-Montreal, adotado em 2022 durante a COP15.&nbsp;</p>



<p>Esta meta enfatiza a importância de mobilizar recursos financeiros e aumentar significativamente os investimentos em biodiversidade, visando a conservação de ecossistemas críticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>2. Fundo Verde para o Clima (Green Climate Fund)</strong></h2>



<p>Criado em 2010 sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), o Fundo Verde para o Clima (GCF &#8211; https://www.greenclimate.fund/) emergiu como uma das principais fontes de financiamento global para projetos de adaptação e mitigação das mudanças climáticas.&nbsp;</p>



<p>Com um capital inicial de US$ 10,3 bilhões, o fundo visa apoiar países em desenvolvimento na implementação de ações climáticas, priorizando iniciativas que promovam a resiliência e a adaptação a impactos climáticos.</p>



<p>O GCF busca catalisar investimentos em projetos que ajudem a mitigar as emissões de gases de efeito estufa e a aumentar a capacidade de adaptação das comunidades vulneráveis. Governos, organizações não governamentais (ONGs) e instituições do setor privado podem submeter propostas de projetos para receber financiamento, com um foco particular em:</p>



<p>&#8211; Desenvolvimento de infraestrutura resiliente: Construção de instalações que suportem eventos climáticos extremos.</p>



<p>&#8211; Agricultura sustentável: Projetos que promovam práticas agrícolas resilientes às mudanças climáticas.</p>



<p>&#8211; Gestão de recursos hídricos: Iniciativas para melhorar a gestão e conservação da água em regiões afetadas pela seca.</p>



<p>Até agora, o GCF já financiou diversos projetos de adaptação climática em países como:</p>



<p>Em Bangladesh os projetos são voltados para a construção de infraestrutura resistente a inundações, beneficiando comunidades costeiras vulneráveis à elevação do nível do mar. https://www.greenclimate.fund/project/fp206#overview</p>



<p>A Etiópia enfrenta secas agravadas pelas mudanças climáticas, influenciadas pelo El Niño/La Niña. O projeto busca melhorar o abastecimento de água e a gestão de terras degradadas, introduzindo bombeamento solar, irrigação em pequena escala e capacitação local. Mais de 50% dos beneficiários serão mulheres, e 30% das famílias atendidas serão chefiadas por mulheres.</p>



<p>No Peru, o financiamento apoiará os departamentos governamentais no desenvolvimento do plano de uso da terra e fornecerá suporte às organizações comunitárias e às populações indígenas. A maior parte dos fundos será destinada a bio-negócios, incluindo planos de negócios, marketing e gestão, equipamentos e suprimentos, e o desenvolvimento de energia solar para as operações.</p>



<p>O impacto do GCF é significativo, uma vez que oferece suporte financeiro crucial para países que enfrentam desafios climáticos severos. Até 2023, o fundo aprovou mais de US$ 6 bilhões em financiamento para diversos projetos ao redor do mundo. Além disso, espera-se que esses investimentos catalisem pelo menos US$ 2,8 bilhões em cofinanciamento, ampliando ainda mais o alcance das iniciativas de adaptação e mitigação.</p>



<p>O Fundo Verde para o Clima é, portanto, um componente essencial no esforço global para enfrentar as mudanças climáticas, ajudando na construção de um futuro mais resiliente e sustentável para as comunidades mais vulneráveis.</p>



<p>Instituições financeiras multilaterais, como o Banco Mundial (The World Bank) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), são grandes apoiadores de projetos sustentáveis. Essas organizações oferecem linhas de crédito específicas para projetos que promovam a adaptação climática, muitas vezes com condições de pagamento favoráveis e a taxas de juros reduzidas.</p>



<p>O BID, em parceria com governos latino-americanos, tem financiado projetos de infraestrutura resiliente ao clima, como o fortalecimento de diques e sistemas de irrigação em áreas secas da América Latina.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><strong>3. Parcerias Público-Privadas (PPP)</strong></h2>



<p>As PPPs têm sido uma solução eficaz para financiar projetos de adaptação climática. Governos podem fazer parcerias com o setor privado para compartilhar os custos e riscos de grandes empreendimentos. Empresas interessadas em sustentabilidade veem nesses projetos uma oportunidade de investir em iniciativas que, além de gerarem retorno financeiro, reforçam sua reputação corporativa.</p>



<p>No Canadá, PPPs foram usadas para construir sistemas de transporte resilientes ao clima, garantindo que estradas e pontes sejam preparadas para eventos climáticos extremos.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size">4. Investidores de Impacto</h2>



<p>Investidores de impacto são aqueles que buscam não apenas retorno financeiro, mas também impacto social e ambiental positivo. Nos últimos anos, houve um crescimento expressivo no interesse desses investidores em projetos de adaptação climática. Eles costumam investir em tecnologias que promovam a eficiência energética, manejo sustentável de água e soluções baseadas na natureza.</p>



<p><strong>Como Acessar Recursos para Projetos de Adaptação Climática?</strong></p>



<p>Se você está buscando financiar um projeto de adaptação climática, aqui estão alguns passos práticos para acessar esses recursos:</p>



<p><strong>1. Desenvolva um Plano Claro:</strong> Seja uma cidade, ONG ou empresa, é fundamental apresentar um plano detalhado do projeto. Inclua os impactos esperados, metas de resiliência e como o financiamento será utilizado.</p>



<p><strong>2. Conheça as Exigências dos Financiadores: </strong>Cada fundo ou banco de desenvolvimento terá critérios específicos. Certifique-se de que o seu projeto atenda a essas exigências, incluindo padrões de sustentabilidade e impacto ambiental.</p>



<p><strong>3. Estabeleça Parcerias:</strong> Grandes projetos de adaptação muitas vezes exigem a cooperação de vários setores. Parcerias público privadas ou alianças com ONGs locais podem aumentar suas chances de obter financiamento.</p>



<p><strong>4. Monitore Resultados e Relate Impactos:</strong> Muitos financiadores exigem monitoramento constante dos resultados. Certifique-se de ter um sistema robusto de medição e relatórios para acompanhar o progresso do seu projeto.</p>



<p>O financiamento de projetos de adaptação climática é uma necessidade urgente diante dos crescentes desafios impostos pela mudança climática.&nbsp;</p>



<p>As finanças verdes oferecem uma gama de oportunidades para governos, empresas e organizações sem fins lucrativos captarem os recursos necessários para essas iniciativas.&nbsp;</p>



<p>De títulos verdes até parcerias público privadas, as opções são vastas, e o sucesso depende de planejamento cuidadoso, inovação e colaboração.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Projetos de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, REDD+ na Floresta Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação Carbono Zero]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 15:54:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[dia da Amazônia;]]></category>
		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[floresta amazônica;]]></category>
		<category><![CDATA[gases de efeito estufa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>5 de setembro &#8211; Dia da Amazônia Os projetos para redução de emissões na floresta amazônica são imprescindíveis para a sua conservação. A Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, é um dos mais importantes patrimônios naturais da humanidade.  Com uma extensão que abrange nove países e cobre aproximadamente 5,5 milhões de quilômetros quadrados, ela&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/projetos-de-reducao-de-emissoes-por-desmatamento-e-degradacao-florestal-redd-na-floresta-amazonia/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Projetos de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, REDD+ na Floresta Amazônia</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">5 de setembro &#8211; Dia da Amazônia</h2>



<p></p>



<p>Os projetos para redução de emissões na floresta amazônica são imprescindíveis para a sua conservação. A Amazônia, a maior floresta tropical do mundo, é um dos mais importantes patrimônios naturais da humanidade. </p>



<p>Com uma extensão que abrange nove países e cobre aproximadamente 5,5 milhões de quilômetros quadrados, ela é composta por uma imensa diversidade de espécies, tanto de flora quanto de fauna. </p>



<p>A sua biodiversidade não apenas sustenta ecossistemas complexos, mas também desempenha um papel importante na regulação do clima global e regional.&nbsp;</p>



<p>Ela contribui para a estabilização das temperaturas e ajuda a manter os ciclos hidrológicos, influenciando o regime de chuvas em várias regiões do mundo.&nbsp;</p>



<p>No entanto, o desmatamento e a degradação florestal têm ameaçado essa função, acentuando os efeitos das mudanças climáticas e alterando os padrões climáticos de maneira preocupante.</p>



<p>Além de sua importância climática, a Amazônia abriga uma das maiores diversidades biológicas do planeta. Estima-se que cerca de 10% das espécies conhecidas do mundo vivem na Amazônia.&nbsp;</p>



<p>Essa biodiversidade não é apenas uma riqueza natural, ela é fundamental para a ciência e a medicina, fornecendo uma infinidade de recursos e descobertas científicas. A sua destruição, portanto, representa uma perda incalculável para a humanidade.</p>



<p>Nesse contexto, os projetos de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) são uma estratégia para a preservação da Amazônia.&nbsp;</p>



<p>O REDD+ é uma iniciativa global que visa compensar financeiramente os esforços para manter as florestas em pé, reduzindo assim as emissões de gases de efeito estufa causadas pelo desmatamento. </p>



<p><strong>Redução de Emissões na Floresta Amazônica</strong></p>



<p>Na Amazônia, esses projetos têm sido fundamentais para promover a conservação, ao mesmo tempo em que geram benefícios sociais e econômicos para as comunidades locais.</p>



<p>Ao permitir a geração de créditos de carbono, os projetos REDD+ incentivam práticas sustentáveis, que ajudam a proteger a floresta. Esses créditos podem ser comercializados no mercado internacional, canalizando recursos para a conservação e ajudando a financiar alternativas econômicas ao desmatamento.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, o REDD+ não apenas contribui para a mitigação das mudanças climáticas, mas também fortalece a resiliência das comunidades que dependem da floresta.</p>



<p>A preservação da Amazônia é uma responsabilidade global, mas também é uma tarefa que começa com ações individuais. <strong>Nesse Dia da Amazônia, somos convidados a refletir sobre o nosso papel na proteção desse ecossistema vital.</strong></p>
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			</item>
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		<title>Você sabe como surgiram os Créditos de Carbono?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação Carbono Zero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 18:28:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carbono zero]]></category>
		<category><![CDATA[Créditos de Carbono]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o seu contexto global Os Créditos de Carbono representam uma maneira eficaz de compensar a redução das emissões de gases de efeito estufa. Eles surgiram como uma ferramenta essencial no combate às mudanças climáticas e representam uma unidade de medida que corresponde à redução de uma tonelada de dióxido de carbono equivalente (CO2e) da&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/voce-sabe-como-surgiram-os-creditos-de-carbono/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Você sabe como surgiram os Créditos de Carbono?</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Entenda o seu contexto global</em></p>



<p></p>



<p>Os Créditos de Carbono representam uma maneira eficaz de compensar a redução das emissões de gases de efeito estufa. Eles surgiram como uma ferramenta essencial no combate às mudanças climáticas e representam uma unidade de medida que corresponde à redução de uma tonelada de dióxido de carbono equivalente (CO2e) da atmosfera. Sua principal função é compensar as emissões de uma organização que já não consegue mais reduzi-las, seja devido ao custo, seja por conta da falta de tecnologias disponíveis.</p>



<p>O conceito de Créditos de Carbono ganhou notoriedade com a adoção do Protocolo de Kyoto em 1997, que estabeleceu metas de redução de emissões para os países desenvolvidos. Esse protocolo foi um marco, pois reconheceu a necessidade de uma ação global coordenada para mitigar os impactos das mudanças climáticas.</p>



<p>Desde então, diversos mecanismos e programas foram desenvolvidos para facilitar a criação e comercialização de Créditos de Carbono, tanto em mercados regulados quanto voluntários.</p>



<p>Os mercados regulamentados são regulados pelo governo. Eles estabelecem os limites de emissões (cap-and-trade) e as empresas, que emitem mais do que o permitido, precisam comprar créditos de outras, que reduziram as emissões. Já no mercado voluntário, empresas e indivíduos compram créditos voluntariamente para compensar suas emissões, geralmente como parte de iniciativas de responsabilidade social corporativa. Atualmente, o mercado voluntário é o principal meio de geração e obtenção de créditos de carbono no Brasil.</p>



<p>Como dito anteriormente, cada Crédito de Carbono equivale a uma tonelada de CO2e que foi evitada, reduzida ou removida da atmosfera. Abaixo listamos quatro tipos de projetos que podem gerar Crédito de Carbono:</p>



<p>● Projetos de Energia Renovável: instalação de parques eólicos, solares e hidrelétricos.</p>



<p>● Eficiência Energética: melhorias tecnológicas em processos industriais e residenciais para reduzir o consumo de energia.</p>



<p>● Gestão de Resíduos: tratamento e aproveitamento de resíduos orgânicos para a produção de biogás.</p>



<p>● Reflorestamento e Conservação Florestal: plantio de árvores e proteção de áreas florestais para sequestrar carbono.</p>



<p>Se você está precisando de ajuda no seu projeto de crédito de carbono, <a href="https://carbonozero.eco/carbono-zero-local/">conte com a Carbono.</a></p>
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		<title>A importância da reciclagem na redução das emissões de GEE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação Carbono Zero]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carbono zero]]></category>
		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[redução de emissão de gee]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste artigo, exploraremos a importância da reciclagem e sua relação intrínseca com a diminuição das emissões de GEE, mostrando como ações sustentáveis podem influenciar positivamente o ambiente e contribuir para um futuro mais verde e saudável para as próximas gerações. Em um mundo onde as consequências das mudanças climáticas se tornam cada vez mais evidentes&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/a-importancia-da-reciclagem/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">A importância da reciclagem na redução das emissões de GEE</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Neste artigo, exploraremos a importância da reciclagem e sua relação intrínseca com a diminuição das emissões de GEE, mostrando como ações sustentáveis podem influenciar positivamente o ambiente e contribuir para um futuro mais verde e saudável para as próximas gerações.</p>



<p>Em um mundo onde as consequências das mudanças climáticas se tornam cada vez mais evidentes e impactantes, a <strong>reciclagem </strong>tem se tornado cada vez mais uma <strong>ferramenta vital na luta contra o aquecimento global</strong>.</p>



<p>A gestão eficaz dos resíduos contribui para a preservação dos recursos naturais e também desempenha um papel relevante na redução das emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa), como veremos a seguir.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<h2 class="wp-block-heading">1 → Entendendo os Gases de Efeito Estufa</h2>



<p>Os <strong>gases de efeito estufa</strong> <strong>(GEE) são componentes que contribuem para o efeito estufa</strong>, um processo natural que retém parte da radiação solar na atmosfera da Terra, permitindo a existência de vida como a conhecemos.</p>



<p>No entanto, atividades humanas, principalmente a queima de combustíveis fósseis e a degradação de florestas, têm aumentado as concentrações desses gases na atmosfera, intensificando este e provocando o <strong>aquecimento global</strong>.</p>



<p>Os principais GEE incluem <strong>dióxido de carbono (CO</strong><strong><sub>2</sub></strong><strong>), metano (CH</strong><strong><sub>4</sub></strong><strong>), óxido nitroso (N</strong><strong><sub>2</sub></strong><strong>O) </strong>e os <strong>fluorcarbonetos</strong>.</p>



<p>Entre eles, o <strong>CO</strong><strong><sub>2</sub></strong><strong> é o mais emitido pelas atividades humanas</strong>, especialmente <strong>pela queima de combustíveis fósseis</strong> para energia e transporte, bem como pela produção industrial.</p>



<p>O metano, embora menos abundante, é significativamente mais potente em reter calor na atmosfera, com sua principal fonte sendo a decomposição anaeróbica de resíduos em aterros, além da agricultura e pecuária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2 → A Relação entre Resíduos Sólidos e Emissões de GEE</h2>



<p>A geração e <strong>gestão inadequada de resíduos sólidos contribuem significativamente para as emissões de GEE</strong>. </p>



<p>Por exemplo, quando materiais orgânicos, como restos de comida e resíduos de jardim, são descartados em aterros, eles se decompõem anaerobicamente (sem oxigênio), liberando metano, um GEE potente.</p>



<p>O ciclo de vida dos produtos – desde a extração de matérias-primas, passando pela produção e uso, até o descarte – gera emissões de CO<sub>2</sub>, especialmente se os materiais não forem reciclados e reutilizados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como a reciclagem pode mitigar as emissões</h3>



<p>Primeiramente, a reciclagem reduz a quantidade de resíduos enviados para aterros, diminuindo a produção de metano.</p>



<p>Em segundo lugar, <strong>reciclar materiais requer significativamente menos energia</strong> do que produzir novos produtos a partir de matérias-primas virgens.</p>



<p>Por exemplo, a <a href="https://www.aedb.br/seget/arquivos/artigos07/1262_artigo%20aluminio_Seget_2007_Prof.pdf" rel="nofollow"><strong>reciclagem de alumínio economiza até 95% da energia</strong></a><strong> necessária para produzir o mesmo montante do metal</strong> a partir do minério de bauxita.</p>



<p>Essa economia de energia resulta em menos emissões de CO<sub>2</sub>, já que a produção de energia é uma das principais fontes de emissão de GEE.</p>



<p>Outro exemplo é a<strong> </strong><a href="https://ondoolado.com/papeis-reciclaveis/"><strong>produção d</strong>e <strong>papel reciclado que consome 40% menos energia</strong></a><strong> em comparação com o papel produzido a partir de fibras virgens</strong>, resultando em uma diminuição correspondente nas emissões de GEE.</p>



<p>Além disso, a <strong>reciclagem de plásticos pode reduzir as emissões de CO</strong><strong><sub>2</sub></strong> em aproximadamente <strong>1,5 toneladas</strong> por tonelada de plástico reciclado.</p>



<p>A reciclagem também promove a eficiência energética ao diminuir a demanda por energia em processos industriais.</p>



<p>Materiais como alumínio, vidro e plásticos, quando reciclados, requerem menos energia para serem transformados em novos produtos em comparação com a produção a partir de recursos virgens.</p>



<p>Isso não apenas conserva recursos naturais limitados, mas também reduz a dependência de combustíveis fósseis, contribuindo para uma significativa redução nas emissões de GEE.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3 → Estudos de Caso e Dados Estatísticos</h2>



<p>Segundo <a href="https://exame.com/bussola/reciclar-latinhas-evitou-a-emissao-de-15-milhoes-de-toneladas-de-gases/" rel="nofollow">informações da Recicla Latas</a>, entidade encarregada de otimizar a logística reversa das latas de alumínio para bebidas no Brasil, a atividade de reciclagem destas embalagens preveniu a liberação de <strong>15 milhões de toneladas</strong> de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera ao longo da última década.</p>



<p>Essa estatística é derivada dos dados apresentados pelo Índice Nacional de Reciclagem de Latas de Alumínio para Bebida, publicado pelo próprio órgão gestor.</p>



<p>No ano de 2021, <strong>a iniciativa evitou a emissão de 1,9 milhão de toneladas</strong> desses gases nocivos.</p>



<p>Renato Paquet, secretário executivo da Recicla Latas, enfatiza a eficácia desse sistema de reciclagem, destacando sua autonomia, solidez, cobertura nacional e a obtenção de resultados cada vez mais significativos.</p>



<p>A melhoria contínua no sistema de reciclagem das latas de bebida posiciona o Brasil como um exemplo em termos de economia circular.</p>



<p>Essa prática não apenas favorece a redução dos níveis de carbono na atmosfera, mas também traz benefícios sociais significativos, integrando um contingente superior a 800 mil catadores no processo e contribuindo com bilhões para a economia do país a cada ano, conforme destacado por Paquet.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4 → Desafios e Barreiras para a Reciclagem Efetiva</h2>



<p>Apesar dos claros benefícios ambientais, a reciclagem enfrenta vários <strong>desafios </strong>e barreiras.</p>



<p><strong>Um dos principais obstáculos é a contaminação dos materiais recicláveis</strong>, que pode diminuir a qualidade do material reciclado e tornar o processo menos eficiente e mais caro.</p>



<p>Além disso, a <strong>falta de conscientização e de infraestrutura adequada</strong> em muitas áreas limita as taxas de reciclagem.</p>



<p>Outro desafio significativo é a <strong>variabilidade dos mercados de reciclagem</strong>, que pode afetar a viabilidade econômica da reciclagem de certos materiais.</p>



<p>Isso requer uma abordagem adaptativa e inovadora para manter a reciclagem como uma opção atraente tanto para os consumidores quanto para as empresas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5 → Como Melhorar e Promover a Reciclagem</h2>



<p>Para superar esses desafios e melhorar as taxas de reciclagem, <strong>é importante adotar uma abordagem multifacetada</strong>.</p>



<p><strong>Educar o público sobre a importância da reciclagem</strong> e como reciclar corretamente é essencial para aumentar as taxas de coleta e reduzir a contaminação.</p>



<p><strong>Iniciativas governamentais e políticas públicas</strong>, como a implementação de programas de retorno de depósito e a proibição de certos materiais descartáveis, podem incentivar práticas de reciclagem mais eficazes.</p>



<p><strong>Investimentos em tecnologia de reciclagem</strong> podem ajudar a superar barreiras técnicas, tornando o processo de reciclagem mais eficiente e capaz de lidar com uma gama mais ampla de materiais.</p>



<p><strong>Parcerias entre governos, indústrias e organizações não governamentais</strong> também são cruciais para desenvolver mercados para materiais reciclados, garantindo que a reciclagem seja economicamente viável.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity" />



<p>A reciclagem é uma estratégia essencial na luta contra as mudanças climáticas, com o potencial de reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa.</p>



<p>Ao transformar a maneira como gerenciamos nossos resíduos, podemos conservar recursos, economizar energia e contribuir para um futuro mais sustentável.</p>



<p><strong>A </strong><a href="https://carbonozero.eco/"><strong>Carbono Zero</strong></a><strong> é uma empresa que elabora Planos de Descarbonização e está atenta ao potencial da reciclagem </strong>para reduzir as emissões de GEE.</p>



<p><strong>Promovendo a reciclagem e outras práticas sustentáveis</strong>, as organizações contribuem para a mitigação das mudanças climáticas e também para a criação de uma economia circular.</p>



<p>Encorajamos todos &#8211; indivíduos, empresas e governos &#8211; a adotar e promover a reciclagem e apoiar iniciativas como a nossa, movendo-nos juntos em direção a um futuro mais verde e sustentável.</p>
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		<title>Net Zero: o que é e para que serve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ericka Morrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carbono zero]]></category>
		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Net Zero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À medida que o mundo enfrenta os desafios sem precedentes das mudanças climáticas, torna-se imperativo não apenas reconhecer a urgência da situação, mas também entender os conceitos e terminologias que emergem nesse contexto. A necessidade de ação é evidente, e termos como &#8220;Net Zero&#8221; se tornam fundamentais no discurso sobre a sustentabilidade ambiental. Mas o&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/net-zero-carbono-zero/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Net Zero: o que é e para que serve</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>À medida que o mundo enfrenta os desafios sem precedentes das mudanças climáticas, torna-se imperativo não apenas reconhecer a urgência da situação, mas também entender os conceitos e terminologias que emergem nesse contexto. A necessidade de ação é evidente, e termos como &#8220;<strong>Net Zero</strong>&#8221; se tornam fundamentais no discurso sobre a <strong>sustentabilidade ambiental</strong>.</p>



<p>Mas o que exatamente significa ser &#8220;Net Zero&#8221; e por que isso é importante para nós e para o planeta?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O Cenário das Mudanças Climáticas</h2>



<p>O <strong>cenário atual das mudanças climáticas </strong>apresenta desafios significativos para a espécie humana e a biodiversidade.</p>



<p>Sabemos que, com o aumento das emissões de gases de efeito estufa, o planeta enfrenta um aquecimento global que leva a consequências devastadoras: desde eventos climáticos extremos até a perda de habitats naturais e a extinção de espécies.</p>



<p>Essa situação é alarmante e exige ação imediata.No Acordo de Paris, foi estabelecido que o aumento da temperatura global não deveria ultrapassar 1,5 °C em relação aos níveis pré-industriais até o final do século.</p>



<p>No entanto, de acordo com o último Relatório da <a href="https://www.unep.org/pt-br/resources/relatorio-anual-2023">UNEP</a>, publicado em 2023, estamos caminhando para um aquecimento de 3,2 °C até o final do século, o que tornaria a vida humana na Terra praticamente inviável.</p>



<p>Diante desses desafios, existe uma variedade de termos e conceitos que buscam orientar a ação humana para um futuro mais sustentável.</p>



<p>Um desses termos, central para a discussão sobre a redução das mudanças climáticas, é o &#8220;Net Zero&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que significa ser Net Zero?</h2>



<p>O termo &#8220;Net Zero&#8221; é amplamente discutido na atualidade, sendo que muitas empresas passaram a definir metas de atingir esse status ao longo de um determinado intervalo de tempo.</p>



<p>O Net Zero refere-se ao equilíbrio entre a quantidade de gases de efeito estufa emitidos e a quantidade removida da atmosfera ou compensada, de modo a atingir um nível de zero emissões.&nbsp;</p>



<p>Em outras palavras, para uma entidade, seja ela um país ou uma empresa, alcançar o &#8220;Net Zero&#8221; <strong>significa que suas atividades não aumentam a quantidade total de gases de efeito estufa</strong> no ar.</p>



<p>Normalmente, para que a organização atinja esse status é preciso atuar de duas formas:</p>



<p>1- Eliminar todas as emissões que forem possíveis a partir de projetos que otimizem o uso de recursos ou adote tecnologias mais limpas, por exemplo, projetos de eficiência energética, reciclagem, dentre outros;</p>



<p>2 &#8211; Remoção ou compensação das emissões remanescentes, seja com o plantio de mudas ou a compra de <a href="https://carbonozero.eco/ativos-ambientais-descarbonizacao/">ativos ambientais</a>, como os créditos de carbono ou i-Recs.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>A Jornada da Descarbonização</h2>



<p>Alcançar o &#8220;Net Zero&#8221; é uma jornada complexa que exige uma transformação profunda nas maneiras como produzimos, consumimos e vivemos.</p>



<p>A <strong>descarbonização</strong> envolve uma série de ações orientadas para a redução das emissões de carbono, que podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Transição Energética:</strong> substituição de combustíveis fósseis por fontes de energia renováveis, como solar, eólica e hidrelétrica.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Eficiência Energética:</strong> melhorias nos processos industriais, edificações e transporte para reduzir o consumo de energia.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Economia Circular: </strong>adoção de práticas que minimizem o desperdício e promovam a reutilização e reciclagem de materiais.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tecnologias de Captura de Carbono:</strong> desenvolvimento e implantação de tecnologias capazes de capturar e armazenar o dióxido de carbono da atmosfera ou de processos industriais.</li>
</ul>



<p>Ao se comprometer com a jornada para o &#8220;Net Zero&#8221;, estamos construindo um futuro onde o desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente podem coexistir harmoniosamente.</p>



<p><strong><em>Você sabia?</em></strong></p>



<p>Muitas são as colocações em relação aos diversos termos atrelados à descarbonização.</p>



<p>Assim, alguns especialistas defendem que, enquanto <strong>&#8220;Net Zero&#8221;</strong> se refere ao equilíbrio entre as emissões de todos os gases de efeito estufa emitidos e as removidos da atmosfera, o termo &#8220;<strong>Carbono Neutro</strong>&#8221; é frequentemente usado para descrever ações que compensam exatamente a quantidade de CO2 emitida.</p>



<p>Assim, &#8220;Net Zero&#8221; abrange uma gama mais ampla de gases de efeito estufa e enfatiza tanto a redução das emissões, como as compensações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Rumo ao Futuro: Ações e Compromissos</h2>



<p>O sucesso na jornada para o &#8220;Net Zero&#8221; requer não apenas uma transformação nas práticas corporativas, mas também uma mudança na mentalidade.</p>



<p>É essencial fomentar uma<strong> cultura de sustentabilidade</strong> que permeie todos os níveis da sociedade. Isso inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Educação e Conscientização:</strong> ampliar o conhecimento sobre mudanças climáticas e as medidas necessárias para combatê-las.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inovação:</strong> pesquisar e desenvolver novas tecnologias e soluções sustentáveis.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Políticas Públicas:</strong> encorajar a criação de políticas que favoreçam a descarbonização e o investimento em energias renováveis.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Parcerias Estratégicas:</strong> colaborar com outras organizações, governos e a sociedade civil para ampliar o impacto das iniciativas de sustentabilidade.</li>
</ul>



<p>Ao investir em projetos de descarbonização, a empresa não apenas reduz sua própria pegada de carbono, mas também contribui para o bem-estar ambiental global.</p>



<p>O caminho para alcançar o &#8220;Net Zero&#8221; é desafiador, mas essencial.</p>



<p>Requer a colaboração de todos &#8211; governos, empresas e indivíduos &#8211; para transformar nossas economias e sociedades de forma que possamos viver em harmonia com o planeta.</p>



<p>Ao entendermos e nos comprometermos com o conceito de &#8220;Net Zero&#8221;, damos um passo crucial em direção a um futuro sustentável para todos.</p>



<p>Lembramos que cada ação conta e que, juntos, podemos fazer a diferença no combate às mudanças climáticas e na construção de um mundo mais sustentável.</p>



<p>A Carbono Zero é uma empresa que ajuda seus clientes a adotar um caminho sustentável, <strong>promover a descarbonização e alcançar o &#8220;Net Zero</strong>&#8220;.</p>



<p>Este é o momento de agir, inovar e ser um exemplo, criando um legado de responsabilidade ambiental e <strong>inovação sustentável</strong>.</p>
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		<title>Aprovado projeto que regulamenta o mercado de carbono no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ericka Morrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 17:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 21/12/2023, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que regulamenta o mercado de carbono no Brasil (PL 2148/15). O texto institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), estabelecendo limites para as emissões e criando um mercado de títulos. Inserido na pauta verde deste ano, que contempla temas&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/regulamentacao-mercado-carbono-brasil/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Aprovado projeto que regulamenta o mercado de carbono no Brasil</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 21/12/2023, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que regulamenta o mercado de carbono no Brasil (PL 2148/15).</p>



<p>O texto institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE), estabelecendo limites para as emissões e criando um mercado de títulos.</p>



<p>Inserido na pauta verde deste ano, que contempla temas como a exploração de energia eólica no mar (PL 11247/18) e a produção de hidrogênio verde (PL 2308/23), o projeto visa estabelecer limites de emissões de gases do efeito estufa para empresas.</p>



<p>Aquelas que ultrapassarem esses limites deverão compensar suas emissões por meio da aquisição de títulos, enquanto as que ficarem abaixo do limite receberão cotas negociáveis no mercado.</p>



<p>Dada a grande contribuição do Brasil para as emissões de gases do efeito estufa, o &nbsp;propósito da proposta é criar estímulos para reduzir as emissões e mitigar os impactos ambientais causados pelas empresas.</p>



<p>Durante as negociações finais, a Frente Parlamentar Agropecuária foi atendida e os setores do agronegócio, como a produção de insumos agropecuários, foram excluídos da regulamentação.</p>



<p>Além disso, foi incluída a compensação ambiental para emissões de gases por veículos automotores, através da compra de créditos de carbono pelos proprietários, ficando a regulamentação a cargo dos órgãos de trânsito estaduais e do Distrito Federal.</p>



<p>O acordo contemplou também a inclusão dos assentados da reforma agrária nas mesmas diretrizes aplicadas aos povos indígenas e originários, a pedido do PT.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem poderá gerar crédito de carbono?</h2>



<p>Créditos poderão ser gerados por diversas ações, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A recomposição, manutenção e conservação de áreas de preservação permanente (APPs), reserva legal, uso restrito e unidades de conservação.</li>



<li>Unidades de conservação integral ou de uso sustentável com plano de manejo.</li>



<li>Projetos de assentamentos da reforma agrária.</li>
</ul>



<p>Além disso, povos indígenas e comunidades tradicionais terão permissão para participar do mercado por meio de associações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funcionará o mercado de carbono no Brasil?</h2>



<p>A proposta institui um mercado regulamentado para títulos de compensação e geração de créditos relacionados às emissões de gases de efeito estufa.</p>



<p>Este mercado estará associado ao desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) ao longo de cinco fases que ocorrerão em seis anos.</p>



<p>O sistema irá negociar cotas brasileiras de emissão (CBE) e certificados de redução ou remoção verificada de emissões (CRVE). Cada cota ou CRVE equivalerá a uma tonelada de dióxido de carbono equivalente (tCO<sub>2</sub>e).</p>



<p>Dessa forma, cada certificado de redução ou remoção permitirá o cancelamento de uma cota de emissão de gases.</p>



<p>A ideia subjacente é que, após um período de adaptação, as atividades econômicas com maiores desafios na redução de emissões por meio de processos tecnológicos adquiram cotas para emissão e certificados que confirmem a absorção do que foi liberado na atmosfera, resultando na neutralização das emissões líquidas.</p>



<p>O Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) contará com um órgão gestor, um órgão deliberativo e um comitê consultivo permanente.</p>



<p>O projeto estipula a realização de consulta pública para propostas de normas e parâmetros técnicos relacionados a procedimentos de medição, relato e verificação de emissões, conciliação periódica de obrigações e o plano nacional de alocação de cotas de emissão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mercado de carbono no Brasil: quais atividades serão reguladas?</h2>



<p>Serão sujeitas a algum tipo de controle as atividades que emitirem mais de 10 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente por ano.</p>



<p>Empresas com emissões situadas entre 10 mil tCO<sub>2</sub>e e 25 mil tCO<sub>2</sub>e deverão apresentar ao órgão gestor do SBCE um plano de monitoramento das emissões, enviar um relatório anual de emissões e remoções de gases, além de cumprir outras obrigações estabelecidas em decreto ou ato específico desse órgão gestor.</p>



<p>As atividades com emissões superiores a 25 mil tCO<sub>2</sub>e por ano também terão a responsabilidade de enviar anualmente ao órgão gestor um relatório de conciliação periódica de obrigações.</p>



<p>A possibilidade de aumentar esses limites de emissão será considerada com base na relação custo-efetividade da regulação e no cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil perante a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (IPCC, em inglês).</p>



<h2 class="wp-block-heading">E o mercado voluntário?</h2>



<p>A proposta igualmente estende às transações de créditos de carbono realizadas fora do mercado regulado as normas originalmente concebidas para os certificados de redução ou remoção de gases (CRVEs).</p>



<p>Ou seja, os créditos de carbono poderão ser originados por meio de projetos ou programas voltados para preservação, reflorestamento ou outros métodos de captura de gases do efeito estufa.</p>



<p>Os ganhos provenientes dessas transações serão sujeitos à tributação nos mesmos termos aplicáveis aos certificados.</p>



<p>A conversão dos créditos existentes em CRVE, entretanto, somente será autorizada mediante a verificação efetiva da redução ou remoção de carbono, conforme metodologia credenciada. Além disso, esses créditos devem ser registrados no registro central do SBCE.</p>



<p>Quando houver uma compensação voluntária de emissões, ou seja, fora do âmbito regulamentado pelo SBCE, o certificado utilizado deverá ser cancelado no registro central.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Primeiros passos necessários</h2>



<p>A implementação de uma legislação clara e robusta sobre o mercado de carbono no Brasil reflete a preocupação e o compromisso do país em alinhar-se às melhores práticas internacionais para mitigar as mudanças climáticas.</p>



<p>Por meio desse projeto, o país não apenas consolida sua posição como um ator relevante no cenário ambiental global, mas também incentiva o setor privado a adotar práticas mais sustentáveis.</p>



<p>A criação de um mercado regulado para a negociação de créditos de carbono proporciona uma oportunidade econômica significativa, com potencial para atrair investimentos, impulsionar a inovação tecnológica e gerar empregos, especialmente nos setores ligados à economia verde.</p>



<p>Ademais, a criação de obrigatoriedades para as empresas mais poluentes é também muito relevante. Cada vez mais, devemos olhar para o aquecimento global e exigir ações e mudanças significativas dos principais atores.</p>



<p>No entanto, a exclusão do setor agropecuário no Projeto de Lei é motivo de frustração. Sabemos que, ao combinarmos as emissões provenientes do desmatamento e outras alterações no uso da terra com as do agronegócio, estas representam 74% de toda a poluição climática registrada no Brasil em 2021.</p>



<p>De qualquer forma, estamos começando a olhar para esta questão com mais responsabilidade, o que é fundamental para um futuro mais sustentável do Brasil e do mundo.</p>



<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
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		<title>Gas-Rec: conheça esta possibilidade para neutralizar emissões de GEE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ericka Morrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 13:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Gas-Rec é um importante ativo ambiental que pode contribuir para a neutralização das emissões de gases do efeito estufa (GEE) de uma organização. Afinal, através desse certificado, podemos garantir a qualidade e segurança de origem dos &#160;substitutos dos combustíveis fósseis: o biogás ou o biometano. Portanto, se você ainda não conhece o Gas-Rec, venha&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/gas-rec-descarbonizacao/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Gas-Rec: conheça esta possibilidade para neutralizar emissões de GEE</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O Gas-Rec é um importante ativo ambiental que pode contribuir para a neutralização das emissões de gases do efeito estufa (GEE) de uma organização.</strong></p>



<p>Afinal, através desse certificado, podemos garantir a qualidade e segurança de origem dos &nbsp;substitutos dos combustíveis fósseis: o biogás ou o biometano.</p>



<p>Portanto, se você ainda não conhece o Gas-Rec, venha conosco! Saiba como funciona e qual sua relação com a <a href="https://carbonozero.eco/carbono-neutro/">neutralização de carbono</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Mudanças climáticas e necessidade de atuar em prol da redução das emissões de GEE</h2>



<p>Os especialistas acreditam que o planeta está cada vez mais se aproximando de uma catástrofe ambiental devastadora.</p>



<p>A única forma de mudar esse cenário é colocando como urgência pautas relacionadas à mitigação das mudanças climáticas, como a redução das emissões de GEE.</p>



<p>Afinal,<strong> o aquecimento global é uma das principais causas para essas transformações ambientais negativas</strong>, causando consequências como eventos climáticos extremos, elevação do nível do mar e extinção de espécies.</p>



<p>Inclusive, o tema é tão importante que será o foco da <a href="https://carbonozero.eco/cop-28-mudancas-climaticas-aquecimento-global/">COP 28 de 2023</a>, no qual os especialistas buscarão um alinhamento das estratégias dos países às metas e compromissos estabelecidos, relacionados à redução das emissões desses gases.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como pode ocorrer a neutralização das emissões residuais em uma organização?</h2>



<p>Depois que uma organização elaborou seu Plano de Descarbonização contemplando ações para reduzir suas emissões, pode ainda existir uma parcela de difícil mitigação, conhecida como emissões residuais.</p>



<p>Assim, a neutralização (ou compensação) destas emissões é uma estratégia importante por demonstrar o compromisso da empresa em realmente contribuir para a redução de GEE na atmosfera.</p>



<p>Existem algumas estratégias para conseguir compensar essas emissões, como por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reflorestamento e restauração de áreas degradadas;</li>



<li>Compra de créditos de carbono;</li>



<li>Compra de outros ativos ambientais, como I-Rec ou o Gas-Rec.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é um Gas-Rec?</h2>



<p><strong>O Gas-Rec é uma certificação responsável por rastrear o biogás ou o biometano ao longo da cadeia de produção e distribuição brasileira, garantindo sua origem sustentável e evitando a dupla-contagem ou duplo beneficiário.</strong></p>



<p>Dessa forma, não é necessário seguir o fluxo físico desse componente para saber sua fonte, inclusive, evitando a confusão devido à mistura dos gases no gasoduto.</p>



<p>Isso quer dizer que o GAS-REC desempenha o papel de rastrear a origem e a transmissão desse valor ambiental do biogás. Portanto, a Certificação GAS-REC monitora os aspectos ambientais do biogás ou biometano, garantindo sua rastreabilidade na cadeia de custódia.</p>



<p>Assim, o GAS-REC é um certificado que possibilita que os consumidores de gás façam declarações sobre a utilização de gás natural renovável.</p>



<p>Os GAS-RECs emitidos têm a capacidade de ser negociados de forma independente do gás físico. Ou seja, os detentores iniciais dos certificados GAS-REC, que são as usinas de produção de biogás ou biometano, têm a oportunidade de comercializar o gás físico (a molécula) e, ao mesmo tempo, procurar compradores interessados no atributo de renovabilidade do biogás gerado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como podemos usar o Gas-Rec para a neutralização de GEE?</h2>



<p>O biogás ou o biometano são excelentes substitutos para os combustíveis fósseis em sistemas de aquecimento, geração de eletricidade e transporte.</p>



<p>Com isso, reduzimos a quantidade de GEE emitidos no meio ambiente por esses sistemas, contribuindo para a neutralização desses gases na atmosfera.</p>



<p>No entanto, como vimos, caso a organização por algum motivo não tenha a capacidade de substituir os combustíveis utilizados, poderá fazer a aquisição de GAS-RECs com intuito de mitigar as emissões relacionadas a este uso, sem que seja necessário comprar o gás propriamente dito.</p>



<p>Isso pode ser útil, por exemplo, para locais remotos que não são abastecidos por fontes alternativas de combustíveis, ou para empresas que por algum motivo não podem alterar a tecnologia de seus equipamentos.</p>



<p>Ressaltamos ainda que a aquisição de GAS-RECs não resulta em uma redução das emissões de Escopo 1, mas sim uma comprovação factual de que a organização adquiriu biogás com baixas emissões.</p>



<p>Isso quer dizer que empresas que não utilizam gás não devem considerar a aquisição de GAS-RECs, da mesma forma que não recomenda-se adquirir GAS-RECs além de suas próprias necessidades de consumo.</p>



<p>Isso porque, o GAS-REC não tem aplicação na redução das emissões dos Escopos 2 ou 3.</p>



<p>Na Carbono Zero, te ajudamos a buscar alternativas para a redução e neutralização das emissões de Gases de Efeito Estufa!</p>



<p><em>Gostou do conteúdo? Leia também: </em><a href="https://carbonozero.eco/i-rec-certificado-energia-renovavel/"><em>I-REC: certificado de energia renovável!</em></a></p>
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		<title>Ativos ambientais: como eles podem auxiliar na neutralização de carbono?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ericka Morrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ativo ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ativos ambientais são importantes recursos para as empresas que desejam adotar práticas sustentáveis. Além disso, esses componentes contribuem para diferentes projetos e metas ambientais, incluindo a neutralização de carbono. Ainda não conhece os ativos ambientais ou como esses recursos podem favorecer essa mitigação de GEE? Continue lendo esse conteúdo até o final e descubra!&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/ativos-ambientais-descarbonizacao/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Ativos ambientais: como eles podem auxiliar na neutralização de carbono?</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Os ativos ambientais são importantes recursos para as empresas que desejam adotar práticas sustentáveis.</strong></p>



<p>Além disso, esses componentes contribuem para diferentes projetos e metas ambientais, incluindo a <a href="https://carbonozero.eco/carbono-neutro/">neutralização de carbono</a>.</p>



<p>Ainda não conhece os ativos ambientais ou como esses recursos podem favorecer essa mitigação de GEE? <em>Continue lendo esse conteúdo até o final e descubra!</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que são ativos ambientais?</h2>



<p><strong>Os ativos ambientais são recursos ou componentes naturais que possuem um valor econômico, seja devido seu valor intrínseco, sua utilização, ou até sua capacidade de geração de receitas.</strong></p>



<p>Podemos citar as florestas, terras agrícolas, recursos hídricos, fontes de energia renovável, bem como locais com rica biodiversidade.</p>



<p>Inclusive, a preservação e conservação dos ativos ambientais também podem gerar valor. Por exemplo, ao preservar uma floresta, podemos contribuir para a mitigação das mudanças climáticas, proteção da biodiversidade e a promoção de um ambiente saudável.</p>



<p>Atualmente, é cada vez mais comum valorarmos e comercializarmos os ativos ambientais, uma estratégia que, quando executada com os devidos critérios, pode ser bastante eficaz e benéfica. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais os principais ativos ambientais que podem auxiliar na neutralização das emissões de GEE?</h2>



<p>Existem inúmeros tipos de ativos ambientais no mercado e alguns podem contribuir para a neutralização das emissões dos gases de efeito estufa.</p>



<p>Veja abaixo quais são os principais:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Crédito de Carbono</h3>



<p>Um crédito de carbono corresponde a uma tonelada de CO<sub>2</sub> equivalente que foi deixado de emitir ou absorvido por uma iniciativa ou conjunto de ações cujo propósito é exatamente a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), o aumento do estoque de carbono ou a ampliação das remoções de GEE da atmosfera.</p>



<p>Esses projetos devem comprovar sua adicionalidade, o que significa que a redução das emissões de GEE do projeto deve ser adicional àquela que ocorreria na ausência do projeto. Além disso, as reduções de emissões precisam ser reais, permanentes e verificáveis, e os créditos de carbono são emitidos somente após uma verificação efetiva.</p>



<p>Após a devida verificação, esses créditos podem ser comercializados para outras organizações que não conseguiram atingir as metas de emissão adequadas, para poder compensar esses valores a mais.</p>



<p>Dessa forma, ainda que não tenha, de fato, reduzido a quantidade de carbono emitido, a empresa continuará poderá atingir as metas esperadas graças à <a href="https://carbonozero.eco/neutralizacao-carbono/">neutralização de carbono</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>I-Rec</h3>



<p>O <a href="https://carbonozero.eco/i-rec-certificado-energia-renovavel/">I-Rec</a> é um padrão internacional para o Certificado de Energia Renovável, adotado no <a href="https://carbonozero.eco/mercado-livre-energia/">mercado de energia</a> para realizar a devida alocação da eletricidade renovável entre os seus consumidores.</p>



<p>Inclusive, no Brasil, esse certificado é obrigatório para uma eletricidade ser realmente considerada renovável.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Gas-Rec</h3>



<p>Assim como o I-Rec, a Gas-Rec também é uma certificação, mas usada para comprovar que a parte comercializada do biogás ou biometano é renovável.</p>



<p>Além disso, esses ativos ambientais ajudam a rastrear o componente produzido pelas usinas ao longo da cadeia de fornecimento, proporcionando maior segurança aos consumidores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>CBIO</h3>



<p>O CBIO (crédito de descarbonização) foi criado pelo <a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/renovabio">Programa </a><a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/renovabio">RenovaBio</a> em 2017, para expandir o uso dos biocombustíveis na <a href="https://carbonozero.eco/eficiencia-energetica/">matriz energética</a> do Brasil e aproximar o país dos objetivos do Acordo de Paris.</p>



<p>Nesse caso, esses ativos ambientais são adquiridos pelas distribuidoras de combustíveis para comprovar o cumprimento das metas nacionais e anuais.</p>



<p>Além disso, o Programa concede uma nota para cada produtor e importador, com base na quantidade de CBIO adquirido, o qual demonstra a contribuição dos agentes para a mitigação de uma quantidade específica de gases de efeito estufa para o seu substituto fóssil.</p>



<p>Os créditos também podem ser comercializados pelos produtores e importadores de biocombustíveis que aderirem voluntariamente ao programa.</p>



<p><strong>Como vimos, a gestão ambiental conta cada vez mais com mecanismos e ferramentas que tornam sua operacionalização viável.</strong></p>



<p><strong>O investimento em ativos ambientais é um exemplo de uma alternativa viável que contribui para a neutralização de GEE e redução das emissões das organizações.</strong></p>



<p>Na Carbono Zero contamos com um time de especialistas que ajudará sua organização a encontrar alternativas para a redução e neutralização das emissões de gases do efeito estufa. <em></em></p>



<p><em>Gostou do conteúdo? Leia também: </em><a href="https://carbonozero.eco/hidrogenio-verde/"><em>Hidrogênio verde e descarbonização: qual a relação?</em></a></p>
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		<title>Science Based Targets (SBTi) e a redução nas emissões de CO2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ericka Morrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[GEE]]></category>
		<category><![CDATA[inventário de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[metas de redução de emissões]]></category>
		<category><![CDATA[Science Based Targets (SBTi)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você ainda não conhece a iniciativa Science Based Targets (SBTi)? Desenvolvida conjuntamente pelo CDP, United Nations Global Compact, World Resources Institute (WRI) e WWF, esse programa incentiva as empresas a desenvolverem metas de redução de emissão de GEE pautadas na ciência. Com base nessa criação e no comprometimento transparente, o processo de redução é otimizado&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/science-based-targets-sbti/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Science Based Targets (SBTi) e a redução nas emissões de CO2</span></a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Você ainda não conhece a iniciativa Science Based Targets (SBTi)?</strong></p>



<p>Desenvolvida conjuntamente pelo CDP, United Nations Global Compact, World Resources Institute (WRI) e WWF, esse programa incentiva as empresas a desenvolverem metas de redução de emissão de GEE pautadas na ciência.</p>



<p>Com base nessa criação e no comprometimento transparente, o processo de redução é otimizado e acelerado, permitindo que a economia se torne cada vez mais sustentável.</p>



<p><em>Venha conosco para saber mais sobre o Science Based Targets (SBTi)!</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Qual a importância de definir metas de redução das emissões de GEE?</h2>



<p><strong>A transição para uma economia de baixo carbono depende da implementação de medidas voltadas à redução da emissão de gases de efeito estufa por parte das empresas e indústrias.</strong></p>



<p>Contudo, para que esse processo seja direcionado a objetivos realmente concretos, essas companhias devem implementar metas de redução.</p>



<p>Assim, com base nesses objetivos,<strong> é possível adotar medidas realmente eficazes</strong>, fazendo com que as companhias deem mais um passo rumo à transição para um mundo mais limpo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>O que é a Science Based Targets (SBTi)?</h2>



<p><strong>A Science Based Targets (SBTi) é uma iniciativa voltada à mobilização das empresas para adotarem metas de redução das suas emissões de GEE</strong>, aumentando a contribuição no processo de transição para uma economia de baixo carbono.</p>



<p>Além disso, é fundamental destacar que essas metas são pautadas em diretrizes definidas com base em estudos científicos na área climática para que os objetivos do Acordo de Paris sejam alcançados, ou seja, limitar o aquecimento global abaixo dos 2°C com relação aos níveis pré-industriais, adotando todos os esforços possíveis para limitar esse aumento da temperatura global a 1,5°C.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Como funciona a adesão?</h2>



<p>Para aderir ao Science Based Targets (SBTi), uma empresa deve assinar uma carta de compromisso, demonstrando que irá elaborar uma meta de redução de emissões de GEE.</p>



<p>Nesse caso, a carta deve seguir os padrões da iniciativa, que atualmente possuem dois modelos:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1" start="1">
<li><a href="https://sciencebasedtargets.org/resources/files/SBT-Commitment-Letter.pdf">Carta de compromisso para grandes empresas;</a></li>



<li><a href="http://form.jotform.co/targets/sme-target-validation">Carta de compromisso para empresas com menos de 500 funcionários.</a></li>
</ol>



<p>Após a assinatura, a empresa deverá submeter o formulário e suas metas para aprovação e, caso seja aceita, publicar anualmente os inventários de emissões e <a href="https://carbonozero.eco/relatorios-sustentabilidade/">relatórios</a> indicando os progressos referentes ao alcance das metas.</p>



<p><strong>Atenção:</strong> as pequenas empresas escolhem uma das metas pré-definidas pela carta, enquanto as grandes empresas devem elaborar essas metas por conta própria.</p>



<p>Para facilitar esse processo, o Science Based Targets (SBTi) disponibiliza alguns recursos, como o <a href="https://sciencebasedtargets.org/resources/files/SBTi-Corporate-Manual.pdf">Manual para Definição de Metas</a>, <a href="https://sciencebasedtargets.org/resources/files/SBTi-criteria.pdf">Critérios </a><a href="https://sciencebasedtargets.org/resources/files/SBTi-criteria.pdf">SBTi</a>, <a href="https://sciencebasedtargets.org/resources/files/Target-Validation-Protocol.pdf">Protocolo de Validação de Metas</a>, &nbsp;entre outros.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais as vantagens em aderir?</h2>



<p>A questão climática é emergente e as ações em prol da redução das emissões de GEE é fundamental.</p>



<p>Ao aderir ao Science Based Targets (SBTi), a empresa tem um norte de redução das emissões pautado na ciência, o que fomenta a tomada de decisões de forma mais segura.</p>



<p>Além disso, <strong>a adoção dessas metas é uma excelente vantagem competitiva para as companhias</strong>, que ganham maior visibilidade enquanto estão contribuindo positivamente para a transformação mundial.</p>



<p>Outro público atraído por essa imagem sustentável são os investidores, que seguem as tendências de consumo e estão cada vez mais aplicando capital em empresas sustentáveis e com menores riscos ambientais.</p>



<p>A adoção de tais medidas também pode vir a <strong>reduzir os custos financeiros nas operações</strong>, especialmente quando há a implementação de fontes renováveis de energia.</p>



<p>Ou seja, aderir ao Science Based Targets (SBTi) é bem mais do que desenvolver metas de redução de emissão de GEE pautadas na ciência, é também uma oportunidade de otimizar o desenvolvimento do seu negócio e alcançar melhores resultados!</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a></a>Gostou do conteúdo? Leia também:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://carbonozero.eco/i-rec-certificado-energia-renovavel/">I-REC: certificado de energia renovável!</a></li>



<li><a href="https://carbonozero.eco/pegada-hidrica/">Pegada Hídrica: entenda mais!</a></li>



<li><a href="https://carbonozero.eco/consumo-consciente/">Consumo consciente: você sabe o que os clientes esperam da sua empresa?</a></li>
</ul>
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