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	<title>Arquivos emissões de GEE pelo agro - Carbono Zero</title>
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		<title>Agropecuária de baixo carbono: quais são os primeiros passos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ericka Morrone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária de baixo carbono]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de GEE pelo agro]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agropecuária de baixo carbono é um assunto cada vez mais abordado, dado a contribuição do setor para as emissões de gases do efeito estufa. De acordo com estudo realizado pelo Observatório do Clima, somente em 2021, o Brasil apresentou um aumento de 12,2% nas emissões brutas de gases de efeito estufa e a atividade&#8230;&#160;<a href="https://carbonozero.eco/agropecuaria-baixo-carbono/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Agropecuária de baixo carbono: quais são os primeiros passos?</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A agropecuária de baixo carbono é um assunto cada vez mais abordado, dado a contribuição do setor para as emissões de gases do efeito estufa.</p>



<p>De acordo com estudo realizado pelo <a href="https://www.oc.eco.br/pt/">Observatório do Clima</a>, somente em 2021, o Brasil apresentou um aumento de 12,2% nas emissões brutas de gases de efeito estufa e <strong>a atividade agropecuária foi responsável por 74% de toda as emissões do país</strong>, considerando o desmatamento e outras mudanças de uso do solo.</p>



<p>Além disso, o setor também possui outras fontes de emissão, que variam desde a digestão dos rebanhos de animais ruminantes até a queima dos resíduos agrícolas do cultivo de cana-de-açúcar.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="554" height="261" src="https://carbonozero.eco/wp-content/uploads/2023/12/emissoes-gases-efeito-estufa-agro-brasil.jpg" alt="emissoes-gases-efeito-estufa-agro-brasil" class="wp-image-4330" srcset="https://carbonozero.eco/wp-content/uploads/2023/12/emissoes-gases-efeito-estufa-agro-brasil.jpg 554w, https://carbonozero.eco/wp-content/uploads/2023/12/emissoes-gases-efeito-estufa-agro-brasil-300x141.jpg 300w" sizes="(max-width: 554px) 100vw, 554px" /></figure></div>


<p>A boa notícia é que essas atividades podem ser mais sustentáveis e não gerar tantos danos ao meio ambiente.<em> Continue lendo para conhecer a agropecuária de baixo carbono!</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Principais atividades emissoras da agropecuária</h2>



<p>Em 2021, <strong>a principal fonte de emissão do setor de agropecuária foi a fermentação entérica</strong>, que registrou a emissão de 477 milhões de toneladas CO<sub>2</sub>.</p>



<p>Além disso, os <strong>solos manejados</strong>, que compõem a maioria das emissões diretas da agricultura, ficaram responsáveis por 29,8% das emissões, com 179 milhões de toneladas de CO<sub>2</sub>e.</p>



<p>No gráfico abaixo é possível visualizar o crescimento da emissão de GEE das principais atividades do setor:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="541" height="299" src="https://carbonozero.eco/wp-content/uploads/2023/12/mudancas-climaticas-agronegocio-brasil.jpg" alt="mudancas-climaticas-agronegocio-brasil" class="wp-image-4332" srcset="https://carbonozero.eco/wp-content/uploads/2023/12/mudancas-climaticas-agronegocio-brasil.jpg 541w, https://carbonozero.eco/wp-content/uploads/2023/12/mudancas-climaticas-agronegocio-brasil-300x166.jpg 300w" sizes="(max-width: 541px) 100vw, 541px" /></figure></div>


<p>Dentre os estados do mercado agropecuário que mais emitiram esses gases, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais ficaram nas primeiras posições, enquanto o Distrito Federal em último lugar.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="531" height="299" src="https://carbonozero.eco/wp-content/uploads/2023/12/estados-emitem-gee-agronegocio-brasil.jpg" alt="estados-emitem-gee-agronegocio-brasil" class="wp-image-4331" srcset="https://carbonozero.eco/wp-content/uploads/2023/12/estados-emitem-gee-agronegocio-brasil.jpg 531w, https://carbonozero.eco/wp-content/uploads/2023/12/estados-emitem-gee-agronegocio-brasil-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 531px) 100vw, 531px" /></figure></div>


<h2 class="wp-block-heading">Qual a importância de adotar a agropecuária de baixo carbono?</h2>



<p>A agropecuária de baixo carbono refere-se à capacidade de diminuir as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) provenientes das atividades utilizando práticas e tecnologias que reduzem a intensidade dessas emissões.</p>



<p>Esta é uma solução para o crescente aumento da emissão de GEE pelo setor, que possui uma forte presença para a economia do nosso país.</p>



<p>Inclusive,<strong> a adoção dessa estratégia é crucial para a sobrevivência desse mercado</strong>, visto que as mudanças climáticas causadas pelos gases de efeito estufa impactarão significativamente nos resultados do agronegócio.</p>



<p>Além disso, como o setor impacta de diferentes formas o meio ambiente, essas medidas ajudam a mitigar ou ao menos equilibrar as consequências geradas e garantir a preservação do meio ambiente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quais estratégias podem ser adotadas?</h2>



<p>A agropecuária de baixo carbono requer dos produtores investimentos e análises estratégicas para alcançar bons resultados e aliar as técnicas produtivas à preservação e produção sustentável.</p>



<p>A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e outros institutos estaduais de pesquisa desempenham um papel significativo no desenvolvimento dessas tecnologias, trabalhando ativamente para promover a agricultura de baixo carbono.</p>



<p>Dentre as medidas que podem ser adotadas, destacam se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução da taxa de desmatamento na Amazônia e no Cerrado a partir do aumento da eficiência produtiva nas áreas já exploradas não demandando mais a expansão da exploração de novas áreas;</li>



<li>Recuperação de pastagens degradadas por meio de práticas, como a integração lavoura-pecuária (iLP) que conta com a rotação de lavouras e de pastagens;</li>



<li>Ação de sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF), ou seja, uma evolução do sistema iLP, contemplando também o reflorestamento;</li>



<li>Expansão do Sistema Plantio Direto (SPD) que se baseia na prática de preparar o solo apenas na linha ou cova de semeadura ou plantio, mantendo a cobertura vegetal permanente no terreno e diversificando as espécies por meio da rotação e/ou consorciação de culturas, com intervalos mínimos entre colheita e semeadura ou plantio. Nesse contexto, o plantio proporciona uma redução no uso de infraestrutura e força de trabalho humano, consome menos energia fóssil, diminui a erosão, requer menores quantidades de corretivos e fertilizantes, e favorece o manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas.</li>



<li>Adoção da Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN), um processo natural em que certas bactérias no solo transformam o nitrogênio atmosférico em uma forma utilizável pelas plantas. Essa fixação reduz a necessidade de fertilizantes nitrogenados sintéticos na agricultura, contribuindo para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa associadas à produção de fertilizantes nitrogenados, que é intensiva em energia. Assim, a FBN é uma prática sustentável que auxilia na redução das emissões na agricultura.</li>



<li>Aumento da eficiência energética com o uso de bicombustíveis, de fontes alternativas de biomassa, de energia eólica e de pequenas centrais hidrelétricas;</li>



<li>Ampliação dos sistemas agroflorestais (SAF), que refere-se à integração de árvores, culturas agrícolas e/ou animais no mesmo espaço. Essa prática promove a diversidade e a sinergia entre os elementos, proporcionando benefícios ambientais, sociais e econômicos. A vantagem para a redução dos gases de efeito estufa reside na capacidade dos SAF em sequestrar carbono atmosférico nas árvores e no solo, contribuindo para mitigar as emissões e aumentar a sustentabilidade na agricultura.</li>



<li>Intensificação do processamento e tratamento de dejetos animais com a implantação de biodigestores para tratar, capturar e queimar o <a href="https://carbonozero.eco/emissoes-fugitivas-metano-aterro-sanitario/">gás metano</a>.</li>
</ul>



<p>Com essas e outras estratégias será possível adotar uma agropecuária de baixo carbono e contribuir não apenas para a mitigação dos impactos ambientais, como também para tornar o próprio setor mais sustentável e viável a longo prazo.</p>



<p><em>Gostou do conteúdo? Leia também: </em><a href="https://carbonozero.eco/ods-objetivos-desenvolvimento-sustentavel/"><em>Como os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) podem nortear a gestão de uma empresa?</em></a></p>



<p></p>



<p>Fonte das imagens: <a href="https://www.oc.eco.br/wp-content/uploads/2023/03/SEEG-10-anos-v4.pdf">Análise das emissões de e suas implicações para as metas climáticas do Brasil. Observatório do Clima, 2023.</a></p>
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